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Coleção Linux Pocket Pro | Virtualização100 páginas de informação, tutoriais e técnicas para entrar no mundo da virtualização com Xen. Saiba mais

Coleção Linux Pocket Pro | Hardware100 páginas de informação, tutoriais e técnicas para entrar no mundo do hardware para computadores. Saiba mais

Coleção Linux Pocket Pro | Administração de Redes100 páginas de informação, tutoriais e técnicas para entrar no mundo da administração de redes Linux. Saiba mais

Coleção Linux Pocket Pro | Gerenciamento e desenho de Projetos100 páginas de informação, tutoriais e técnicas para entrar no mundo de gerenciamento de projetos. Saiba mais

Essa edição aborda as tecnologias e soluções VoIP disponíveis para que você equipe sua empresa com o que há de mais moderno, eficiente e amigável, além de barato, é claro. Aprenda a instalar e configurar um servidor Asterisk com os principais recursos: Discagem Direta para Ramais – DDR –, Unidade de Resposta Automática – URA –, Distribuição Automática de Chamadas – DAC –, filas de atendimento, caixa postal de voz, planos de discagem e muito mais.
Também entrevistamos os executivos dos maiores fornecedores de equipamentos e das principais operadoras VoIP para você ficar a par de suas estratégias de mercado e descobrir qual se alinha melhor aos objetivos da sua empresa.
Seja reaproveitando hardware comodity, seja utilizando dispositivos próprios para a implementação de sistemas de terminais leves, o Linux e o Código Aberto tem tudo a ver com esse mercado. Nesta edição especial da Linux Magazine mostramos diversas soluções para a implementação de redes de terminais leves, sempre pensando em excelentes padrões de desempenho e em ótima relação custo-benefício.

LME 01 | Redes e SistemasA administração de sistemas é uma ciência ativa e multifacetada e é necessário mais do quer logs ou acompanhar os relatórios do Nagios para se considerar um iniciado nessa arte. É por isso que dedicamos ao sysadmin e a administração de sistemas nossa primeira edição da Linux Magazine Especial. Com cada uma das seções da revista iniciadas por um artigo de Augusto Campos, nosso colaborador assíduo em sua Coluna do Augusto, pretendemos abordar cada uma das facetas da administração de sistemas.

A atual arquitetura da Internet é um projeto que foi desenvolvido na década de 1970 – um projeto de rede de intercomunicação de pequeno porte, com o propósito de servir às necessidades da pesquisa científica. Nesses últimos 30 anos, a Internet continuou a crescer, aproximando-se do limite de 32 bits para endereçamento de redes com IPv4. Durante a última década, a Internet Engineering Task Force (IETF, que é a força tarefa de engenharia da Internet) tem projetado o IPv6 como substituto ao IPv4. A maioria dos benefícios iniciais do uso do IPv6 — como a segurança, o QoS (Quality of Service, ou Qualidade de Serviço) e a autoconfiguração — foram portados para o IPv4, freando a adoção do IPv6.
Entretanto, o IPv6 ainda tem a vantagem da capacidade de endereçamento praticamente infinita para os padrões atuais. Com ele, é possível criar protocolos e mecanismos mais escaláveis e muito mais poderosos que com o IPv4. Um exemplo típico está no problema de multihoming, que ocorre quando um site é associado a vários provedores. Com o IPv4, a solução clássica é o site obter o prefixo IPv4 e noticiá-lo via BGP. Essa solução funciona e a engenharia de tráfego é possível, mas, infelizmente, contribui para um crescimento significativo de tabelas de roteamento BGP na Internet global. Com o IPv6, muitas soluções diferentes foram discutidas junto à IETF.
No final, a IETF decidiu se concentrar em uma técnica baseada em hosts. Basicamente, quando um site é anexado a n provedores, cada um desses hosts receberá n diferentes endereços IPv6. Isso reduz o tamanho das tabelas de roteamento BGP ao evitar alertar os prefixos IPv6 utilizados por domínios stub (stub domains) e fornece muitos outros benefícios adicionais em termos de diversidade de caminhos, além do quesito performance. Entretanto, isso requer a implementação de novos protocolos e mecanismos a fim de coordenar a utilização desses diferentes endereços IPv6 para cada host, evitando os problemas relacionados à segurança e detectando as falhas de forma eficaz.
Com a padronização do protocolo shim6 sendo finalizada pela IETF, já é hora de validar essa técnica experimentalmente na Internet IPv6. Soluções para o Linux já existem. Sebastian Barré desenvolveu a primeira implementação pública do protocolo IPv6 shim6 para multihoming, baseado em host, no kernel Linux.
Saiba mais em: Linux Gets Improved IPv6 Multihoming Support, no Linux Today.
Não foi somente a biblioteca multiplataforma Qtopia que ganhou um novo nome com o lançamento da nova versão — aliás, Qt Extended: a Trolltech, empresa recentemente adquirida pela Nokia, também acabou de ganhar um novo nome, Qt Software.
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